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Thursday, 15-Jul-2010 17:38 Email | Share | | Bookmark
03- ESTRELA AZUL COMPRA MAIS VIP II

Foto do novo Vip II da empresa
CONTADOR DE VISITAS(DESDE 15/07/10):
ESTRELA AZUL COMPRA MAIS VIP II

A Transportes Estrela Azul, sediada no município do RJ, ultimamente, adquiriu mais unidades do Caio Apache Vip II. Equipados com chassi Mercedes-Benz OF-1722M/59, vistas eletronicas da cor ambar da marca FRT, os carros são do ano de 2010.
Rodam entre as linhas 434, 435 e 464, linhas urbanas da empresa.


FOTO E TEXTO: ANDRÉ RODRIGUES


Thursday, 15-Jul-2010 17:32 Email | Share | | Bookmark
02- CASO BUSSCAR AINDA ESTÁ LONGE DE SOLUÇÃO

Busscar Panorâmico DD, de antiga geração, um dos produtos consid
CONTADOR DE VISITAS(DESDE 15/07/10):
CASO BUSSCAR AINDA ESTÁ LONGE DE SOLUÇÃO

Se depender do mesmo Governo que deve 610 milhões de reais em créditos do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados), que deveriam ser repassados pelo Ministério da Fazenda, a Busscar, encarroçadora de ônibus brasileira que atua desde 1946, continuará a beira da falência, colocando em risco aos de 3 mil empregos.
De acordo com reportagem do jornal O Estado de São Paulo, de 27 de junho, o BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social, do Governo Federal, não pretende ajudar mais a empresa com nenhum centavo. Em 2004, o BNDES já havia liberado recursos para a Busscar, que é considerada inadimplente pela instituição financeira federal.
De acordo com a reportagem, esta postura dos conselheiros do BNDES forçará dois destinos para a encarroçadora: a falência, se caso algum credor fizer o pedido na Justiça, ou a abertura de capital, quando há uma nova gestão na empresa, entrada de outros investidores ou simplesmente a venda.
Em resumo, pelo Governo Federal, ou a Busscar fecha as portas ou é vendida.
Os sindicatos que representam as categorias que atuam na Busscar também defendem que Cláudio Nielson deixe a presidência da companhia, abrindo-a para uma nova gestão.
“Creio que é a única maneira de deixar a Busscar interessante para investidores que possam salvar a empresa” – afirmou o presidente do Sindicato dos Mecânicos de Joinville, sede da empresa, João Burrgman.
No início deste ano, o BNDES anunciou a liberação de mais de 300 milhões de dólares para a renovação da frota de ônibus no Equador. Mas o banco afirma que no caso da Busscar, não vai se posicionar como hospital de empresas mal geridas.
Além da alta dívida que a Busscar tem a receber de créditos do IPI, um direito assegurado a empresas que produzem bens de cunho social, como ônibus, problemas administrativos e as variações na cotação do dólar aumentaram os prejuízos da encarroçadora, que negociou veículos por uma cotação, e acabou vendendo por um preço inferior devido à desvalorização do dólar.
Há especulação que grupos de empresários de ônibus estariam interessados na empresa, mas enquanto a situação estiver indefinida, nada pode ser feito. Sindicato de Trabalhadores, Empresa e Governo não querem ceder e praticamente nada.
O lado mais prejudicado no jogo de forças tem sido o dos trabalhadores, que tem pelos seus postos de trabalho.
Os sindicatos que representam as categorias aguardam o posicionamento da empresa sobre uma proposta feita pelo Superintendente Regional do Trabalho de Santa Catarina, Carlos Arthur Barboza. De acordo com ele, há um dispositivo na CLT – Consolidação das Leis do Trabalho – desde 1999, que permite o cancelamento do contrato de trabalho por até seis meses. Neste período, a empresa em situação difícil fica desobrigada a pagar salários e tributos trabalhistas, mas em troca, deve oferecer estabilidade de emprego no período e cursos de capacitação. Os empregados, nestes seis meses, recebem do Fundo de Amparo do Trabalhador mensalmente parcelas do mesmo valor do seguro desemprego.
A desvantagem do mecanismo é que, se no final destes seis meses a empresa não se recuperar e tiver de demitir, estas seis parcelas serão descontadas do seguro desemprego dos funcionários.
Por conta da situação complicada, a Busscar tem perdido um dos melhores momentos da indústria de ônibus brasileira. Com eleição, IPI reduzido e taxas de financiamentos de até 7% para frotistas, o mercado é favorável. De janeiro a maio foram vendidos 10,8 mil ônibus no mercado interno. A previsão é de alta de 17,2% em relação a 2009.
As concorrentes comemoram. No 1º trimestre, a Marcopolo vendeu 4,1 mil ônibus e a Caio, 3,7 mil. Altas de 60% e 40% respectivamente. De 2,95 bi de reais previstos para empréstimos a empresários, 1,7 bi já foram usados.
Adamo Bazani, busólogo e jornalista.


FOTO E TEXTO: ADAMO BAZANI


Thursday, 15-Jul-2010 17:23 Email | Share | | Bookmark
01- GRUPO PORTUGUES ASSUME REVENDAS DA VOLVO

Anúncio publicitário da Volvo, em 1982.
CONTADOR DE VISITAS(DESDE 15/07/10):
Grupo Português assume revendas brasileiras da Volvo

Apesar de a Volvo ser uma empresa relativamente nova no Brasil, a marca dos ônibus suecos é conhecida por aqui desde os anos 30. O primeiro chassi de ônibus Volvo desembarcou no Brasil em 1934, era o modelo b – 1. Ele marcou história, pois além de ser muito bem aceito no tráfego urbano, com potência e bom desempenho para época, ele foi encarroçado por um modelo inédito que chamou muita atenção na ocasião. Era um Grassi, apelidado de Sinfonia Inacabada, porque, diferentemente dos ônibus semelhantes às jardineiras, com a “cata de caminhão”, a frente era reta, com a carroceria envolvendo o capô do motor. A grade dianteira parecia uma harpa, o que reforçava o apelido.
A fábrica brasileira da Volvo foi inaugurada oficial no Brasil, Curitiba, em 4 de dezembro de 1980, com a presença do então presidente João Figueiredo, último presidente militar da Ditadura instalada em 1964. Mas já em 1979, a Volvo começava a produzir os primeiros chassis de ônibus nacional, o modelo B 58. O primeiro B 58 foi adquirido pela Viação Graciosa, em 17 de dezembro de 1979.
Quase simultaneamente com o nascimento da Volvo no Brasil, surgia a Vocal, principal revendedora da marca com forte atuação no Sudeste Brasileiro.
Durante 30 anos, sob propriedade do Grupo Suzano, que atua nos setores de celulose, papel e corretagem de seguros, a revendedora agora faz parte de um grupo internacional especializado em revenda Volvo, o que concentra ainda mais os negócios da marca em todo o mundo.
No mês de junho deste 2010, a Vocal passou a pertencer ao Grupo Auto Sueco, empresa portuguesa, que comprou as revendas da Vocal no estado de São Paulo por 133 milhões de reais. No total, são sete revendas paulistas, uma na Capital, uma no ABC Paulista e outras cinco no interior do Estado de São Paulo.
E o Grupo Auto Sueco decidiu mesmo apostar no Brasil como um dos seus centros de distribuição da Volvo. Em 2007, o grupo português já havia adquirido revendas no Mato Grosso, Rondônia e Acre.
Com mais de 60 anos de atuação em distribuição, revenda, pós venda, serviços e importação da marca Sueca, os portugueses atuam em diversos países comercializando Volvo, como Espanha, Estados Unidos, diversos países do continente africano e, é claro, em Portugal, onde é sediado na cidade do Porto.
O Grupo Auto Sueco também é responsável por outros negócios, além das representações Volvo. Com mais de 75 anos atuando em diversos ramos, o Auto Sueco possui 67 empresas em Portugal e em outros 15 países, nos setores imobiliário, industrial, de comércio e serviços.
Quanto à Volvo, a Auto Sueco atua em todos os segmentos da marca: automóveis, ônibus, caminhões, motores marítimos, máquinas industriais, componentes e serviços.
No Brasil, o Auto Sueco também tem a empresa ExpressGlass Brasil, especializada em vidros e acessórios para o setor automotivo.
Para o Grupo Auto Sueco, a operação de compra da Vocal faz parte da carteira de investimentos internacional do Grupo e, a intenção do grupo é transformar o Brasil num potencial exportador da Volvo, principalmente para a América Latina.
O outro passo, na região, é comprar revendas na Colômbia, mercado fortalecido devido aos BRTS (Corredores de Ônibus Rápidos).
A empresa garante que modernizará a Vocal, sem deixar de lado as tradições.
Tradições que podem ser vistas neste anúncio, no qual aparece uma ilustração de um Marcopolo Veneza e de um articulado. A peça publicitária, de 1982, destaca a valorização dos funcionários para o crescimento da empresa. Na época eram 76.108 empregados.
O texto informa: “Ao escolher um Volvo, você não está preferindo apenas o melhor produto. Está preferindo a marca Volvo. Sinônimo de automóveis, caminhões, ônibus, tratores, motores marítimos e turbinas para aviões. Volvo. Uma das maiores empresas do mundo. Qualidade que se encontra em mais de 20 países. Volvo. Um grande grupo dominando a mais alta tecnologia. Sempre à frente do que existe de mais moderno. Volvo . Palavra de cinco letras. Nome construído por 76.108 funcionários.
Adamo Bazani, jornalista da rádio CBN e busólogo


POR: ADAMO BAZANI


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